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06/06/2018

CONTROLE FINANCEIRO, GERENCIAL E FISCAL PARA PRODUTORES RURAIS... POR QUÊ?

Nos últimos anos, o agronegócio brasileiro tem participado com margens significativas no PIB (Produto Interno Bruto). Em 2017, segundo o IBGE, o agronegócio cresceu 13% e respondeu por 5,3% na composição do PIB, sendo que do aumento de 1% do PIB 2017, em relação à 2016, 70% foi incrementado pelo setor. Levando em consideração a quantidade de serviços que são prestados ao campo (Serviços 73% do PIB 2017) e o volume de máquinas e implementos (Indústria 21% do PIB 2017) que são vendidos aos produtores rurais, podemos facilmente chegar a 30% de participação no total do PIB em 2017.

Estando em evidência o campo, com uma frequência cada vez maior o produtor rural brasileiro tem se visto na posição de empresário, necessitando tomar decisões rápidas e assertivas na condução do negócio. Uma decisão tomada de forma equivocada pode prejudicar uma cultura, uma safra ou até mesmo comprometer o negócio por várias safras colocando em risco a sua continuidade.

Ao se colocar na posição de empresário, o produtor precisa traçar estratégias e fazer planejamento dessa que não é mais uma lavoura, mas sim uma empresa rural que movimenta milhões por safra. O fato de movimentar milhões não necessariamente deixa milhões nas mãos do produtor e, por esse motivo, é cada vez mais fundamental que se tenha as informações sobre o negócio registradas, para que a tomada de decisão não seja comprometida.

Tendo atualmente como principal atividade a soja na maior parte das áreas produtivas e considerando que a mesma é uma commodity, o preço final de venda da produção não sofre nenhuma interferência por parte do produtor, não importa o tamanho da sua unidade produtiva, variedade plantada, manejo adotado ou produtividade alcançada. A melhor estratégia que pode ser adotada pelo produtor rural quando temos esse tipo de cenário, é a REDUÇÃO DE CUSTOS. Nesse momento o produtor rural e o controle formal dos custos se encontram.

O caminho mais curto para ter apuração de custos é fazer um controle financeiro eficaz, pois todas as receitas e despesas do negócio passam pelo financeiro. Através do controle financeiro o produtor rural passa a ter fluxo de caixa (clique AQUI e leia sobre fluxo de caixa), tem a visão gerencial de como seus custos estão distribuídos e também consegue planejar melhor o Imposto de Renda mantendo a conciliação de caixa e bancos em dia (clique AQUI e leia sobre IR 2018).

Quando fazemos o controle financeiro apropriando corretamente as despesas, sabemos onde, porque e como estamos gastando nossos recursos, podendo assim, medir e tomar atitudes assertivas para redução desses custos.

Podemos elencar alguns benefícios que o controle financeiro e a gestão de custos traz ao produtor rural:

  • Visão de longo prazo
  • Saber onde está posicionado
  • Crescimento com sustentação
  • Conhecer os principais gastos
  • Não se endividar com facilidade
  • Saber a viabilidade de cada atividade
  • Dimensionar melhor os investimentos
  • Apresentação dos resultados à família.
  • Conhecer realmente o resultado do negócio
  • Dimensionar melhor máquinas e mão de obra
  • Saber onde reduzir, aumentando assim o lucro
  • Planejamento com base em dados de safras anteriores
  • Identificar meses difíceis, para planejar a passagem por eles
  • Evitar perdas de ganhos obtidos por aumento de produtividade
  • Aumentar ou diminuir as atividades com embasamento, não só no sentimento

 

Para buscarmos a LUCRATIVIDADE a primeira coisa a ser feita é Gestão Financeira do negócio. A gestão financeira, aliada ao controle gerencial, proporciona uma a visão mais clara do negócio e traz ao produtor rural a capacidade de tomar decisões e definir ações mais assertivas no menor tempo possível.

 

Gabriel Martins

Gabriel Martins

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gabriel@scadiagro.com.br



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